
SOUND DESIGNER
Instalações e Desenho de Som
ORGANISMOS (2024)
7 Arraias (2025)

Instalação Sonora
Cabaças, fios e circuitos eletrônicos
Anunciação: Vou te olhar no vazio imenso, com a obra Organismo (2025). Curadoria de Clébson Francisco, Museu de Arte Contemporânea, no Dragão do Mar, em Fortaleza.
Escultura sonora formada por circuito eletrônico em exoesqueleto. Osciladores ativam discos de piezoelétrico acoplados em cabaças que agem como ressonadores, de forma similar ao processo de estridulação realizado por alguns insetos. A frequência de oscilação (afinação) é dada pela relação entre um capacitor e um resistor dependente de luz (LDR), onde uma maior incidência de luz gera frequências mais agudas.
MIANZI (2022)
Vídeo Performance
Desenho de som e mixagem estéreo
“Mianzi” trata dos caminhos percorridos por uma corpa preta que retorna para sua cidade natal em busca de suas raízes negras e se depara com uma narrativa que nega sua própria presença e de suas semelhantes na formação e atualidade do município. a partir disso, se fabula outras narrativas numa encruzilhada de memórias e de pedagogias silenciadas.
Direção: zwanga nyack e Léo Silva.


Breu Febril (2024)

Curta experimental
Composição e mixagem estéreo
Gustavo está cansado e decide confiar nas materialidades da vida…
Instalado no 76a Salão de Abril
Direção e pesquisa: Wallace Douglas
Voz: JPetro
Som: Mike Dutra


Instalação para sala imersiva do MIS CEARÅ (OCUPA MIS 2025)
Composição e mixagem 5.1
“7 ARRAIAS se lançam em sete tempos sobre a comunidade do Poço da Draga em abril de 2024. Na pesquisa de kulumym-açu, um sonho de infância inspira o labor do artista. Já que a arraia, como brinquedo popular, no tempo dos ventos transforma o céu em mar, essa obra nos convida a uma atmosfera de fauna marinha.”
Direção e Pesquisa: Kulumin Açu
Montagem e 3D: Thiago Ibiapina
Captação, edição e mixagem: Mike Dutra
NINGUEM NA FAMILIA
NUNCA MORREU DE AMOR (2025)
Instalação para fachada do MIS CEARA (OCUPA MIS 2025)
Composição e mixagem estéreo
A obra parte da ausência de pertencimento parental e um esforço pela retomada de identidade da artista, que fabula através de seu arquivo familiar e pessoal, criando uma contra narrativa ao criar lembranças que não foram vividas, apenas sonhadas.
Direção e Pesquisa: Mayra Fernandes
Fotografia, montagem e cor: Wallace Douglas
Animação 2d e Stopmotion: Nico da Costa
Desenho de som e mixagem: Mike Dutra

CONTINENTE (2025)
Instalação
Composição e mixagem estéreo
A obra evoca um sincretismo poderoso entre Omolu, orixá da terra e da cura, e o caboclo Cobra Coral, guardião das matas. Ao abordar a febre como sintoma e metáfora — sinalizando tanto a crise quanto a transmutação do corpo e da paisagem —, Insiranomeaqui propõe a cura como um processo coletivo e transespécie.
Exibições:
76a Salão de Abril (2025)
Casa Brasil, a exposição (2025-2026)
Pesquisa e direção: Insiranomeaqui
Designer Têxtil: Larissa Ribeiro
Designer Sonoro: Mike Dutra
Esqueleto Expográfico: Caru Mahal


FIM DE COLUMBIA (2024)
Performance audiovisual com Trojany, Durango, Amorfas e Mike
Apresentada durante abertura da exposição “Síntese – Arte e Tecnologia na Coleção Itaú”, no dia 6 de julho de 2024, na Pinacoteca do Ceará.
O trabalho investiga e intersecciona a história em volta de tecnologias representativas da modernidade: o trem, a eletricidade, o rádio, a tv e a internet. Por meio de um jogo experimental entre imagens e sons, a performance audiovisual apresenta imagens, sons, filmes, vídeos e outras obras relacionadas a esses meios de comunicação e a influência na cultura popular, levando-nos a questionar e refletir sobre nossa condição de usuários de tecnologias.
Na performance crio uma composição improvisada em live Coding com o software Sonic Pi. Parto do uso gravações de campo que por meio de processamento granular, ativam sentidos e relações de temporalidades e especialidades instáveis nos ouvintes.

ACESSE O SOUNDCLOUD
Musica Computacional no Sonic PI
Musica Computacional no Pure Data



